e por falar em sutileza…

Marcelo Yuka diz, numa entrevista de A Gazeta neste final de semana, que quem passa por uma situação limite tende a aprender pelo sofrimento, “a linguagem que o ser humano mais entende”. Mas – ele ressalta, acho que coberto de razão – difícil também e às vezes tão sólido quanto aprender pela dor é aprender pelo amor. “O médico Ernesto Guevara não se tornou o guerrilheiro Che Guevara por rancor, mas por uma concepção muito grande de amor”, ele afirma, um amor “mais forte que um soco”. “Posso ter narrado o belo, narrado o feio, mas agora quero narrar o sutil”. Ponto pra ele.