o primeiro boteco a gente nunca esquece

Agora há pouco, enquanto escrevia (ligeiramente atrasada) a crônica O Antídoto da Madrugada (*), que trata de como os botecos, o tempo, as perguntas e as canções – inclusive as do Lulu Santos – fazem do mundo um lugar mais saudável, pensei na lembrança de “botecagem” mais antiga que tenho na vida. Era assim, bonito de tão simples: nos dias de folga na escola ou de dentista (porque eu odiava dentista, daí funcionava como uma compensação), minha mãe me levava pra comer sanduíche no balcão das Lojas Americanas, feito só de queijo, presunto e um molhinho “secreto” num pão prensado, quentinho, cercado de batatas chips e com um copão de Coca Cola.

Eu era feliz, e acho que sabia.

(*) A crônica, regada a coxinha, gim com água tônica, caipirinha de abacaxi, Jack Peach e observações sobre o mundo, a vida e alguns bares de Vitorinha e Vila Velhinha, vai estar na revista do prêmio Prazer&Cia, que circula com A Gazeta no dia 2 de julho.

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4 comentários sobre “o primeiro boteco a gente nunca esquece

  1. Já estou esperando essa crônica.Daí que essas semana,entre idas e vindas ao Centro,parei a correria para comer um cachorro quente nas Lojas Americanas,como antigamente.

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